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FEBRE AFTOSA

Mato Grosso vacina 99,67% do seu rebanho contra a febre aftosa

Indea MT atribui baixa inadimplência na etapa de maio a forte trabalho de divulgação, educação sanitária e fiscalização

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Thielli Bairros | A etapa de maio de vacinação contra a febre aftosa em Mato Grosso imunizou 30.079.017 bovinos e bubalinos, o que corresponde a 99,67% do rebanho no Estado. É obrigatória nesta etapa a vacinação de animais de todas as idades, exceto na microrregião do Baixo Pantanal Mato-grossense e a zona de bloco I do plano estratégico para suspensão da vacinação.

De acordo com o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea MT), a população de bovinos e bubalinos em Mato Grosso alcançou 31.001.644 cabeças e, desde 2005, as etapas de vacinação têm alcançado índices superiores a 99% e homogeneidade entre as regiões. A baixa inadimplência, na etapa de maio ocorreu devido ao forte trabalho de divulgação, educação sanitária e fiscalização.

Durante o período da etapa de vacinação, devido às medidas de biossegurança, o Indea MT suspendeu as vacinações fiscalizadas eletivas, mantendo apenas a fiscalização em caos de maior necessidade. Foram fiscalizados 334 estabelecimentos rurais e 33.361 bovinos.

Atualmente, Mato Grosso é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como livre de febre aftosa com vacinação, condição constantemente comprovada pelas ações de vigilância veterinária e inquéritos epidemiológicos realizados pelo Indea MT e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

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Índia não quer transgênicos do Brasil

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A partir de 1º de março passam a valer as novas regras de exportação de vegetais, frutas e grãos para a Índia. O país faz exigências que valem para 24 produtos e diz respeito a proibição de sua origem em organismos geneticamente modificados.

O Ministério da Agricultura recebeu a notificação da Food Safety and Standards Authority of India (FSSAI), autoridade alimentar indiana. “A exportação desses produtos deve estar acompanhada por um certificado oficial, conforme modelo estabelecido pela autoridade indiana, e que deverá ser emitido pelo Mapa no ponto de saída da mercadoria”, explica o diretor do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas, Carlos Goulart.

Todos esses produtos vegetais, independente do grau de processamento e do uso proposto, devem receber a referida certificação não-OGM. Os exportadores deverão solicitar a emissão do certificado na unidade da Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) de saída da mercadoria.

Somente para os produtos que têm autorização para cultivo OGM no Brasil –  feijão (Phaseolus vulgaris), milho, soja e cana-de-açúcar , deverá ser apresentado o laudo de análise laboratorial, emitido por laboratório da rede credenciada Mapa, atestando a ausência de evento OGM na partida a ser exportada.

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Os produtos vegetais sujeitos ao cumprimento da exigência são os seguintes: abacaxi, abóbora, alfafa, ameixa, arroz, batata, beterraba, soja, feijão, feijão caupi, cana-de-açúcar, milho, cártamo, maçã, canola, chicória, beringela, linhaça, melão, mamão, nabo, pimentas e pimentões, tomate e trigo.

AGROLINK –Eliza Maliszewski

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