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Liderança em coaching atrai colaboradores do setor algodoeiro ao Centro de Treinamento e Difusão Tecnológica em Sapezal

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Como reconhecer e capacitar talentos num ambiente de trabalho? Como lidar com as diferenças entre colegas e eventuais conflitos? Como tirar o melhor proveito possível do trabalho em equipe? Essas e outras questões estão em debate durante o treinamento “Liderança em coaching”, que está sendo realizado no Centro de Treinamento e Difusão Tecnológica Ampa/IMAmt do Núcleo Regional Noroeste, em Sapezal (a cerca de 500 km de Cuiabá) desde segunda-feira (dia 16).

Esse treinamento está sendo oferecido pelo Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT), com o objetivo de qualificar a mão de obra utilizada em escritórios, fazendas, usinas de beneficiamento e outras unidades ligadas à produção algodoeira na região. Na próxima semana, entre os dias 23 e 25, o mesmo treinamento acontecerá no Centro de Treinamento e Difusão Tecnológica do Núcleo Regional Médio Norte, em Campo Novo do Parecis.

Em Sapezal, 16 pessoas estão participando do treinamento “Liderança em coaching”, que tem como facilitadora Camila Andressa dos Santos. Com o auxílio de vídeos e dinâmicas de grupo, Camila, que é graduada em Engenharia de Produção, motivou os participantes (homens e mulheres) a falarem e debaterem experiências vividas no dia a dia de seu ambiente de trabalho. Entre os temas discutidos, um dos que mais provocaram discussões foi sobre os diferentes tipos de liderança, abordando as características que definem e diferenciam o líder democrático, o líder autoritário e o líder liberal.

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“Fizemos uma dinâmica, que resultou numa encenação teatral”, conta Camila, que disse estar também aprendendo com os alunos inscritos no treinamento. Nesta quarta-feira (18 de outubro), foi enfatizada a importância do feedback no dia a dia dos colaboradores como ferramenta de avaliação de ações realizadas e/ou resultados obtidos individualmente ou em grupo.

Lilian Shmathz, gerente de Recursos Humanos da Fazenda Três Coqueiros, está participando do treinamento com outros colaboradores da empresa sediada em Sapezal. Embora tenha larga experiência na área de RH, Lilian está sempre disposta a aprender e decidiu participar do treinamento em “Liderança em coaching” não só como forma de ampliar sua rede de contatos (networking), mas também em busca de melhorar o ambiente de trabalho na empresa.

Esse treinamento é realizado com apoio financeiro do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA).

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Agronegócio

Produtores rurais e agricultores familiares têm até setembro para negociar com a União

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Encerra-se em 30 de setembro o prazo para que produtores rurais e agricultores familiares que tenham dívidas em razão do não pagamento das parcelas de crédito rural ou do Fundo de Terras e da Reforma Agrária negociem o valor da dívida com a União. Esta possibilidade está prevista na Portaria 21.561/2020 da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, que estabelece as condições para Transação Excepcional de débitos inscritos em dívida ativa da União. A modalidade está disponível para adesão, no portal Regularize.

Transação Excepcional é destinada aos débitos considerados pela PGFN como de difícil recuperação ou irrecuperáveis, e leva em consideração os impactos econômicos e financeiros sofridos pelo contribuinte devido à pandemia do coronavírus. O advogado tributarista Felipe Azevedo Maia, sócio fundador da AZM Advogados Associados, afirma que esta é uma oportunidade que precisa ser vista com bastante atenção pelo contribuinte. “As empresas devem avaliar suas contingências passivas para verificar se podem aproveitar os benefícios concedidos pelo programa, que está muito bem regimentado”, diz Maia.

Para aderir ao programa, o contribuinte deverá prestar à PGFN informações sobre esses impactos financeiros sofridos. Com base na capacidade de pagamento estimada do contribuinte, será ofertada proposta de transação para adesão. Não há limite máximo de valor da dívida, porém, Felipe Maia explica que o produtor rural ou agricultor familiar precisa dispor de uma entrada mínima de 4% do valor total das dívidas inscritas e selecionadas pelo programa.

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“O produtor rural poderá ter desconto de 50% ou até 70% sobre o valor devido, a depender de seu perfil”, explica Felipe Maia. “Nesta modalidade, o parcelamento depende da opção selecionada pelo contribuinte, mas em geral, o valor do débito poderá chegar em até 133 meses”, diz o advogado tributarista, que trabalha para o setor de agronegócios.

Felipe Azevedo Maia ainda explica que as parcelas podem ser pagas semestralmente, com valor mínimo de R$ 100 para pessoas físicas, empresário individual, microempresas e outros. “Já para pessoas jurídicas que não se enquadram em MEI, pessoas físicas e empresários individuais, a parcela deverá ser de R$ 500 no mínimo”, finaliza.

A adesão deve ser realizada até às 19h do dia 30 de setembro de 2021.

Veja as vantagens de aderir ao programa:

Modalidades Pessoa física, microempresa e empresa de porte Demais pessoas jurídicas
Opção 1 Pagamento inicial de 4% valor consolidado da dívida a vista, sem descontos; Pagamento inicial de 4% do valor consolidado da dívida, sem desconto
Opção 2 (i) Pagamento inicial de 4% do valor consolidado da dívida, sem desconto, em 2 parcelas semestrais;

(ii) Saldo remanescente em 22 parcelas semestrais, com descontos de até 100% sobre o valor dos juros, multas e encargos legais.

(i) Pagamento inicial de 4% do valor consolidado da dívida, sem desconto, em 2 parcelas semestrais;

(ii) Saldo remanescente em 12 parcelas semestrais, com descontos de até 100% sobre o valor dos juros, multas e encargos legais.

Opção 3 (i) Pagamento inicial de 4% do valor consolidado da dívida, sem desconto, parcelada em 12 prestações mensais;

(ii) Saldo remanescente em 133 parcelas mensais, com descontos de até 100% sobre o valor dos juros, multas e encargos legais.

(i) Pagamento inicial de 4% do valor consolidado da dívida, sem desconto, parcelada em 12 prestações mensais;

(ii) Saldo remanescente em 72 parcelas mensais, com descontos de até 100% sobre o valor dos juros, multas e encargos legais.

Fonte: Felipe Azevedo Maia, advogado tributarista, sócio fundador da AZM Advogados Associados

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