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TAXAS

Liberação de taxa do milho dos EUA não surte efeito

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A liberação das taxas de importação do milho norte-americano (o milho da Argentina e do Paraguai não tem taxas) não resultou em “queda nos preços do milho para melhorar a situação dos produtores de leite e ovos no Brasil”, como era intenção da portaria que liberou a importação. Foi isso que afirmou a TF Agroeconômica.

“Muito ao contrário, os preços chegariam 17,54% mais caros do que o preço mais caro pago pelo milho hoje no país, como mostra nosso cálculo de importação ao lado. Todos os dias os analistas da TF calculam os preços do milho proveniente da Argentina e do Paraguai, post compradores do oeste catarinense e do Rio Grande do Sul”, comenta a consultoria.

De acordo com os cálculos da TF, o milho argentino chegaria praticamente empatado com o milho norte-americano, ao redor de R$ 86,44, mas o milho paraguaio chegaria ao Rio Grande do Sul ao redor de R$ 65,57, cerca de 12,57% mais baratos do que o milho nacional, mas as disponibilidades são reduzidas. “O que pode haver, tal como na soja, é um aumento de volume ofertado, com a consequente descompressão da demanda sobre os eventuais portadores de milho brasileiro, que, sem pedidos, poderão eventualmente reduzir os preços. Então o efeito é realmente, mais psicológico”, indica.

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“Os milhos importados do Paraguai chegariam ao Oeste do Paraná ao redor de R$ 71,66 (70,80); ao Oeste de Santa Catarina ao redor de R$ 79,75 (78,61) e ao Extremo Oeste de SC ao redor de R$ 81,43/saca (80,30). A cotação do milho argentino caiu para R$ 90,11 (90,37) e a do milho americano caiu para R$ 95,91 (96,78) no oeste de SC”, conclui.

Fonte:  AGROLINK –Leonardo Gottems

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Agronegócio

Safra de soja deve ser ainda maior: DATAGRO

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A Consultoria DATAGRO projeta que safra 2020/21 de soja no Brasil terá produção recorde de 134,98 milhões de toneladas (MT). Essa previsão está cerca de 6% acima das 127,45 milhões de toneladas produzidas na temporada 2019/20, e é 540 mil toneladas superior à estimativa anterior de 134,44 milhões de toneladas da própria DATAGRO.

De acordo com os analistas, a área plantada também teve atualização neste levantamento, para 38,79 milhões de hectares (ha), sobre os 38,68 milhões de ha da última projeção e 3% acima dos 37,50 milhões de ha da temporada 2019/20. Com isso, afirma a DATAGRO, estaria “confirmado o 14º ano consecutivo de incremento”.

“Os fatores de estímulo ao cultivo da soja dominaram a decisão dos produtores a novamente elevarem a área nesta safra, já que os preços médios estiveram acima do padrão, houve alta produtividade média, positiva lucratividade bruta da safra atual, oferta de crédito, demanda interna e externa aquecida e expectativas para a próxima safra, além de limitação na área da Argentina, redução de preços na tabela de fretes mínimos e manutenção do acordo comercial fase 1 entre EUA x China, até o momento”, aponta a DATAGRO.

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A indefinição sobre os efeitos concretos do fenômeno climático La Niña segue sendo um dos destaques negativos. “Já tivemos irregularidade na chegada das chuvas na região Central, e clima seco dominante em outubro e novembro na região Sul. Mas em função do resfriamento das águas do Atlântico Sul nas últimas semanas, a previsão é de que as chuvas nessa região se normalizem a partir de agora, o que estabilizaria as perdas no milho e recuperaria as condições da soja”, pontuou o coordenador de Grãos da DATAGRO, Flávio Roberto de França Junior.

AGROLINK –Leonardo Gottems

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