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CHUVA NA LAVOURA

Inmet prevê chuva em todas as regiões do país até 20 de outubro

A maior concentração é esperada no centro-sul do Mato Grosso do Sul, sul de Goiás, sul de Minas Gerais e em São Paulo

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), ligado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, prevê chuva no país até o dia 20 de outubro, principalmente no centro-sul.

Na Região Sul, os acumulados de chuva deverão ficar concentrados entre o norte do Rio Grande do Sul e o Paraná. Nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, é esperada muita chuva no centro-sul do Mato Grosso do Sul, sul de Goiás, sul de Minas Gerais e em São Paulo, com volumes variando na faixa entre 30 e 80 mm. No Norte, os maiores acumulados deverão ocorrer no oeste do Amazonas e no Acre, com totais entre 20 e 80 mm.

 

 

Figura 1: Previsão de chuva para 1ª semana. Fonte: Inmet

 “A previsão numérica para o período de 21 a 29 outubro de 2020 indica chuvas em todas as regiões. Nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, há possibilidade de chuvas em todos os estados, com volumes previstos entre 30 e 100 mm”, informa o boletim semanal nº 40, que traz a previsão do tempo de 13 a 29 de outubro.

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Agronegócio

Cotações de milho voltam a recuar

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O mercado de milho na B3 de São Paulo fechou em queda generalizada, por tomada de lucros natural depois de quatro sessões seguidas de alta, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com isto, a cotação de março fechou em queda de R$ 0,64 no dia, mas alta de R$ 1,62 na semana a R$ 88,28; a de maio recuou R$ 0,48 no dia, mas avançou R$ 2,62 na semana para  R$ 88,58 e a de julho recuou R$ 0,54 no dia, mas avançou R$ 3,26 na semana para R$ 83,35”, comenta.

“Este recuo natural de tomada de lucros pelos investidores não retirou o viés de alta do aspecto fundamental do milho a médio e longo prazos. Mesmo com o aumento da disponibilidade nos estados do Sul, com a colheita da safra de verão e dos washouts feitos com alguns lotes de exportação do RS, que estão fazendo as cotações andarem de lado em fevereiro. O único movimento contrário é o próprio nível do preço, que começa a fincar insustentável para os consumidores finais, principalmente de ovos e leite, que não podem repassar os ganhos cambiais das carnes.”, completa.

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Já o milho em Chicago teve variações mistas. “No Brasil, o plantio de Safrinha estaria avançando, mas com atrasos em Mato Grosso. As tarefas teriam coberto 54% contra 80% da média nas campanhas recentes. A China teria como objetivo elevar a área semeada, mas dificilmente conseguiria reverter o déficit interno. Os Fundos estariam desarmando posições novamente”, indica.

“No fechamento, o contrato de março estava mudando de mãos a $ 5,522/bu, queda de $ 0,024/bu no dia, com o contrato de maio sendo negociado a $ 5,44/bu, queda de $ 0,056/bu. Sem avisos de vendas de exportação para pontuar o final da semana nos EUA, e com a valorização do dólar prejudicando ainda mais as novas esperanças de exportação dos EUA, os Fundos procuraram vender mais”, conclui.

 AGROLINK –Leonardo Gottems

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