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MUDANÇAS

Governo simplifica norma trabalhista do agro

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O governo federal anunciou nesta quinta-feira (23) a modernização de normas do trabalho. Entre elas está a Norma Regulamentadora Número 31 (NR31), está relacionada às atividades e operações trabalhistas dos setores de agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura.

A nova norma privilegia as soluções de eliminação de perigos para os trabalhadores. A modernização foi feita baseada nas mudanças do agronegócio com processos produtivos mais modernos e inovações tecnológicas que podem gerar novos riscos aos trabalhadores, tanto em saúde quanto segurança. Segundo o Ministério da Economia, o texto atual estava em vigor desde 2005 e dificultava e inviabilizava a adoção de soluções trabalhistas no setor.

A NR 31 propõe, por exemplo, o fim da exigência de aplicação de normas urbanas no meio rural sem observância das peculiaridades do setor. Esse item gerava grande insegurança jurídica e autuações, de acordo com o ministério. Exposição ao sol, por exemplo, é diferente no rural e urbano, com pesos diferentes.

Com isso a expectativa é que o setor do agro no país vai economizar cerca de R$ 4 bilhões por ano. “É menos multa, menos obrigações, mais trabalho e mais emprego. Essa nova norma, aprovada por consenso entre empregados, empregadores e governo, protege mais o trabalhador, muda o ambiente de trabalho, simplifica o complexo ambiente laboral e traz segurança jurídica às relações do agronegócio, tão fundamentais para nossa economia”, acrescentou o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco.

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A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, comemorou a medida em sua rede social. “Grande ganho para o produtor rural, pois simplifica e desburocratiza, além de oferecer mais segurança jurídica em sua aplicação”, destacou.

AGROLINK –Eliza Maliszewski

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Agronegócio

Confira o preço do milho no Brasil

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Os preços do milho no mercado do Rio Grande do Sul chegam a R$ 93,00 em Santa Rosa, segundo informações da TF Agroeconômica. “O mercado de milho está muito lento no RS.  Há pouca disponibilidade de safra velha, a maior parte já nas mãos dos compradores que  estão esperando chegar a safra de verão para aumentarem as compras no estado. Não houve relatos de compras de milho no MS nesta quarta-feira, embora os compradores tenham tentado colocar bids ao redor de R$ 79,00+ICMS CIF sem sucesso”, comenta.

Nesse cenário, Santa Catarina compra 5.000 toneladas no Mato Grosso do Sul e se retira do mercado. “Este recuo pode realmente acontecer quando a safra de verão do RS começar a ser colhida dentro de 30 dias, no final de dezembro, sempre com respingos sobre o estado catarinense, devido à proximidade e frete baixo. Os preços para o produtor mantiveram-se em R$ 76,00/saca no Alto Vale do Itajaí, R$ 76,50  em Campos  Novos, R$ 76,00  Concórdia e Joaçaba, R$  74,00 em Pinhalzinho, R$ 70,25 em Xanxerê”, completa.

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No Paraná, o mercado está inalterado e vazio de negócios. “Os vendedores recuaram as suas pedidas de R$ 80,00 puro para a faixa entre R$ 77,00 e R$ 80,00 nesta semana. Em Paranaguá milho de safra velha continua sem indicação e para safra nova indicação de R$ 72,00 para fevereiro/março de 2021. Para safra nova continua a R$ 66,00 para março/abril de 2021 posto fábrica”, informa.

Enquanto isso, foi visto um novo recuo forte do milho no MS nesta quarta-feira. “Para o Rio Grande do Sul ofertas a R$ 80,00 e R$ 80,50 + ICMS para a região de Santa Rosa e Ijuí, e compradores indicando os 79,00  +  ICMS, mas sem reportes de negócios. A volta das chuvas e a perspectiva de recuperação de algumas áreas que antes apresentavam seca assustou os vendedores que se apressaram em aceita as ofertas menores dos compradores”, conclui.

AGROLINK –Leonardo Gottems

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