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AGRICULTURA FAMILIAR

Governador: “Esses equipamentos vão ajudar centenas de famílias de pequenos agricultores”

Aquisição de patrulhas mecanizadas vai colaborar para o desenvolvimento da Agricultura Familiar

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Lucas Rodrigues | O governador Mauro Mendes afirmou que as 42 patrulhas mecanizadas que estão sendo entregues à Agricultura Familiar vão ajudar “centenas de famílias de pequenos agricultores em Mato Grosso”.

Os equipamentos foram adquiridos com recursos do Governo do Estado e  também do Ministério da Agricultura, cuja articulação foi feita pela bancada federal, com apoio da Assembleia Legislativa. A Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf) irá proceder com a destinação das patrulhas a partir desta sexta-feira (14.08).

Mendes lembrou que é oriundo da Agricultura Familiar e sabe a importância desse apoio para as famílias de pequenos produtores.

Michel Alvim – SECOM/MT

“Eu nasci na Agricultura Familiar, nasci na roça no interior de Goiás, e sempre sonhei em ter um trator desse. A gente tinha um trator pequenininho que trabalhava em horta. Quando recebemos a emenda federal, era destinada a comprar tratores pequeno, de 75 cv. O Governo do Estado dobrou o recurso e agora estamos entregando um trator de grande porte, de 110 cv, que vai durar muito mais, vai durar cinco, 10 anos, com segurança, se bem cuidado, e vai ajudar centenas de famílias em vários municípios do estado de Mato Grosso”, relatou.

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A entrega dos tratores faz parte do programa “MT Produtivo – Patrulhas Agrícolas”. Cada patrulha é composta por um trator agrícola 4×4 de 110 CV, uma carreta basculante com capacidade para 6 toneladas e uma grade aradora com 18 discos de 28 polegadas.

Foram investidos R$ 4,8 milhões de recursos federais e R$ 2,7 milhões de valores do estado. Na compra, foi obtida uma economia de R$ 614 mil, o que possibilitará ao Estado a aquisição de mais três patrulhas.

“Fico muito feliz por podermos ajudar centenas de famílias de todo o Mato Grosso na agricultura familiar, assim como em várias outras áreas, por estarmos nesse um ano e meio trabalhando com muita seriedade. Temos mais de 100 mil famílias que vivem da agricultura familiar e é dever do Estado cuidar de todos. A agricultura familiar vai continuar a ter, nos próximos dois anos e meio, o maior apoio já recebido na história de Mato Grosso”, completou o governador.

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Agronegócio

Cotações de milho voltam a recuar

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O mercado de milho na B3 de São Paulo fechou em queda generalizada, por tomada de lucros natural depois de quatro sessões seguidas de alta, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com isto, a cotação de março fechou em queda de R$ 0,64 no dia, mas alta de R$ 1,62 na semana a R$ 88,28; a de maio recuou R$ 0,48 no dia, mas avançou R$ 2,62 na semana para  R$ 88,58 e a de julho recuou R$ 0,54 no dia, mas avançou R$ 3,26 na semana para R$ 83,35”, comenta.

“Este recuo natural de tomada de lucros pelos investidores não retirou o viés de alta do aspecto fundamental do milho a médio e longo prazos. Mesmo com o aumento da disponibilidade nos estados do Sul, com a colheita da safra de verão e dos washouts feitos com alguns lotes de exportação do RS, que estão fazendo as cotações andarem de lado em fevereiro. O único movimento contrário é o próprio nível do preço, que começa a fincar insustentável para os consumidores finais, principalmente de ovos e leite, que não podem repassar os ganhos cambiais das carnes.”, completa.

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Já o milho em Chicago teve variações mistas. “No Brasil, o plantio de Safrinha estaria avançando, mas com atrasos em Mato Grosso. As tarefas teriam coberto 54% contra 80% da média nas campanhas recentes. A China teria como objetivo elevar a área semeada, mas dificilmente conseguiria reverter o déficit interno. Os Fundos estariam desarmando posições novamente”, indica.

“No fechamento, o contrato de março estava mudando de mãos a $ 5,522/bu, queda de $ 0,024/bu no dia, com o contrato de maio sendo negociado a $ 5,44/bu, queda de $ 0,056/bu. Sem avisos de vendas de exportação para pontuar o final da semana nos EUA, e com a valorização do dólar prejudicando ainda mais as novas esperanças de exportação dos EUA, os Fundos procuraram vender mais”, conclui.

 AGROLINK –Leonardo Gottems

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