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BOLSAS INTEGRAIS

Fundação André e Lucia Maggi oferta bolsas de estudo para curso superior em Agrocomputação

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Estão abertas, até o dia 05 de novembro, as inscrições para o edital de bolsas de estudo integrais e auxílio que a Fundação André e Lucia Maggi (FALM) está oferecendo para o curso superior de Tecnologia em Agrocomputação, ofertado pela FATEC Senai em Cuiabá (MT). O edital e as inscrições estão disponíveis no link: https://www.fundacaoandreeluciamaggi.org.br/areas-atuacao/bolsas-de-estudo-curso-superior-de-tecnologica-em-agrocomputacao/  

Serão concedidas duas bolsas de estudo integrais e a bolsa auxílio, correspondente a um salário mínimo, para ajuda de custo dos dois bolsistas selecionados.  As aulas têm previsão de iniciar já no mês de novembro e serão na modalidade híbrida, com aulas online e presenciais no polo da FATEC Senai de Cuiabá.  

 Podem se inscrever jovens entre 18 e 24 anos, que tenham concluído o ensino médio até o ato da inscrição, e residentes em qualquer município do país. Mas é importante estar ciente de que o curso será realizado em Cuiabá (MT). As bolsas de estudos e auxílio serão ofertadas somente no período regular do curso, durante 36 meses. 

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Passo a passo 

É necessário se inscrever no vestibular da FATEC e indicar no ato da inscrição que deseja participar do processo de seleção de bolsas da FALM. As bolsas de estudos e auxílio serão destinadas para ampla concorrência conforme ordem de classificação no vestibular da FATEC.  

As inscrições vão até o dia 05 de novembro. As provas do vestibular serão realizadas de 20 de outubro a 05 de novembro, pela Internet. A divulgação dos aprovados no vestibular e na seleção das bolsas será no dia 09 de novembro pelo site www.fatecsenai.com.br e www.fundacaoandreeluciamaggi.org.br

Assessoria de Imprensa

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Agronegócio

Cotações de milho voltam a recuar

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O mercado de milho na B3 de São Paulo fechou em queda generalizada, por tomada de lucros natural depois de quatro sessões seguidas de alta, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com isto, a cotação de março fechou em queda de R$ 0,64 no dia, mas alta de R$ 1,62 na semana a R$ 88,28; a de maio recuou R$ 0,48 no dia, mas avançou R$ 2,62 na semana para  R$ 88,58 e a de julho recuou R$ 0,54 no dia, mas avançou R$ 3,26 na semana para R$ 83,35”, comenta.

“Este recuo natural de tomada de lucros pelos investidores não retirou o viés de alta do aspecto fundamental do milho a médio e longo prazos. Mesmo com o aumento da disponibilidade nos estados do Sul, com a colheita da safra de verão e dos washouts feitos com alguns lotes de exportação do RS, que estão fazendo as cotações andarem de lado em fevereiro. O único movimento contrário é o próprio nível do preço, que começa a fincar insustentável para os consumidores finais, principalmente de ovos e leite, que não podem repassar os ganhos cambiais das carnes.”, completa.

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Já o milho em Chicago teve variações mistas. “No Brasil, o plantio de Safrinha estaria avançando, mas com atrasos em Mato Grosso. As tarefas teriam coberto 54% contra 80% da média nas campanhas recentes. A China teria como objetivo elevar a área semeada, mas dificilmente conseguiria reverter o déficit interno. Os Fundos estariam desarmando posições novamente”, indica.

“No fechamento, o contrato de março estava mudando de mãos a $ 5,522/bu, queda de $ 0,024/bu no dia, com o contrato de maio sendo negociado a $ 5,44/bu, queda de $ 0,056/bu. Sem avisos de vendas de exportação para pontuar o final da semana nos EUA, e com a valorização do dólar prejudicando ainda mais as novas esperanças de exportação dos EUA, os Fundos procuraram vender mais”, conclui.

 AGROLINK –Leonardo Gottems

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