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Feijão chega a R$ 260/saca em São Paulo

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Ainda foi muito tênue a busca por novas ofertas no mercado de Feijão-carioca, aponta o Ibrafe (Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses). “Nesta segunda-feira, apesar de haver demanda maior do que uma semana atrás, ainda assim vários produtores preferiram continuar aguardando para uma possível reação dos preços. Ontem foram registrados negócios no estado de São Paulo entre R$ 250 e R$ 260 por saca de 60 quilos”, aponta a entidade, de maior representatividade do setor no País.

De acordo com o Ibrafe, é claro que ainda é muito cedo para se comemorar a reação dos preços, mas, no entendimento dos produtores, alguns especuladores e dos compradores, pode ser o início de uma retomada dos negócios em um patamar considerado mais equilibrado para o atual volume disponível de produto. Preços abaixo de R$ 250 nas lavouras fizeram desaparecer as ofertas nos últimos 20 dias.

“Por menos que se venda, o início do mês certamente é um período com maior demanda. O Feijão-preto segue ao redor de R$ 260/280, com pouquíssimos negócios nos últimos dias. O Feijão-caupi continua com escassas ofertas ao ponto de alguns operadores e compradores terem perdido a referência nos últimos dias pela falta de oferta”, aponta a entidade presidida por Marcelo Eduardo Lüders.

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Empacotadores mudam estratégia

Ainda de acordo com o Ibrafe, enquanto alguns “reclamam do mercado parado, outros vão comprando e vendendo e, na medida que isso acontece, alguns empacotadores estão com posições tomadas para o início do próximo mês. Assim como o produtor, que quando está subindo escalona as vendas e vai fazendo preço médio, os empacotadores também, neste momento, com os preços praticados ao longo dessa semana, vários deles silenciosamente foram tomando posição e fazendo preço médio enquanto os preços cediam”.

Fonte: AGROLINK –Leonardo Gottems

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Agronegócio

Confira o preço do milho no Brasil

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Os preços do milho no mercado do Rio Grande do Sul chegam a R$ 93,00 em Santa Rosa, segundo informações da TF Agroeconômica. “O mercado de milho está muito lento no RS.  Há pouca disponibilidade de safra velha, a maior parte já nas mãos dos compradores que  estão esperando chegar a safra de verão para aumentarem as compras no estado. Não houve relatos de compras de milho no MS nesta quarta-feira, embora os compradores tenham tentado colocar bids ao redor de R$ 79,00+ICMS CIF sem sucesso”, comenta.

Nesse cenário, Santa Catarina compra 5.000 toneladas no Mato Grosso do Sul e se retira do mercado. “Este recuo pode realmente acontecer quando a safra de verão do RS começar a ser colhida dentro de 30 dias, no final de dezembro, sempre com respingos sobre o estado catarinense, devido à proximidade e frete baixo. Os preços para o produtor mantiveram-se em R$ 76,00/saca no Alto Vale do Itajaí, R$ 76,50  em Campos  Novos, R$ 76,00  Concórdia e Joaçaba, R$  74,00 em Pinhalzinho, R$ 70,25 em Xanxerê”, completa.

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No Paraná, o mercado está inalterado e vazio de negócios. “Os vendedores recuaram as suas pedidas de R$ 80,00 puro para a faixa entre R$ 77,00 e R$ 80,00 nesta semana. Em Paranaguá milho de safra velha continua sem indicação e para safra nova indicação de R$ 72,00 para fevereiro/março de 2021. Para safra nova continua a R$ 66,00 para março/abril de 2021 posto fábrica”, informa.

Enquanto isso, foi visto um novo recuo forte do milho no MS nesta quarta-feira. “Para o Rio Grande do Sul ofertas a R$ 80,00 e R$ 80,50 + ICMS para a região de Santa Rosa e Ijuí, e compradores indicando os 79,00  +  ICMS, mas sem reportes de negócios. A volta das chuvas e a perspectiva de recuperação de algumas áreas que antes apresentavam seca assustou os vendedores que se apressaram em aceita as ofertas menores dos compradores”, conclui.

AGROLINK –Leonardo Gottems

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