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Feijão chega a R$ 260/saca em São Paulo

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Ainda foi muito tênue a busca por novas ofertas no mercado de Feijão-carioca, aponta o Ibrafe (Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses). “Nesta segunda-feira, apesar de haver demanda maior do que uma semana atrás, ainda assim vários produtores preferiram continuar aguardando para uma possível reação dos preços. Ontem foram registrados negócios no estado de São Paulo entre R$ 250 e R$ 260 por saca de 60 quilos”, aponta a entidade, de maior representatividade do setor no País.

De acordo com o Ibrafe, é claro que ainda é muito cedo para se comemorar a reação dos preços, mas, no entendimento dos produtores, alguns especuladores e dos compradores, pode ser o início de uma retomada dos negócios em um patamar considerado mais equilibrado para o atual volume disponível de produto. Preços abaixo de R$ 250 nas lavouras fizeram desaparecer as ofertas nos últimos 20 dias.

“Por menos que se venda, o início do mês certamente é um período com maior demanda. O Feijão-preto segue ao redor de R$ 260/280, com pouquíssimos negócios nos últimos dias. O Feijão-caupi continua com escassas ofertas ao ponto de alguns operadores e compradores terem perdido a referência nos últimos dias pela falta de oferta”, aponta a entidade presidida por Marcelo Eduardo Lüders.

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Empacotadores mudam estratégia

Ainda de acordo com o Ibrafe, enquanto alguns “reclamam do mercado parado, outros vão comprando e vendendo e, na medida que isso acontece, alguns empacotadores estão com posições tomadas para o início do próximo mês. Assim como o produtor, que quando está subindo escalona as vendas e vai fazendo preço médio, os empacotadores também, neste momento, com os preços praticados ao longo dessa semana, vários deles silenciosamente foram tomando posição e fazendo preço médio enquanto os preços cediam”.

Fonte: AGROLINK –Leonardo Gottems

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Agronegócio

Índia não quer transgênicos do Brasil

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A partir de 1º de março passam a valer as novas regras de exportação de vegetais, frutas e grãos para a Índia. O país faz exigências que valem para 24 produtos e diz respeito a proibição de sua origem em organismos geneticamente modificados.

O Ministério da Agricultura recebeu a notificação da Food Safety and Standards Authority of India (FSSAI), autoridade alimentar indiana. “A exportação desses produtos deve estar acompanhada por um certificado oficial, conforme modelo estabelecido pela autoridade indiana, e que deverá ser emitido pelo Mapa no ponto de saída da mercadoria”, explica o diretor do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas, Carlos Goulart.

Todos esses produtos vegetais, independente do grau de processamento e do uso proposto, devem receber a referida certificação não-OGM. Os exportadores deverão solicitar a emissão do certificado na unidade da Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) de saída da mercadoria.

Somente para os produtos que têm autorização para cultivo OGM no Brasil –  feijão (Phaseolus vulgaris), milho, soja e cana-de-açúcar , deverá ser apresentado o laudo de análise laboratorial, emitido por laboratório da rede credenciada Mapa, atestando a ausência de evento OGM na partida a ser exportada.

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Os produtos vegetais sujeitos ao cumprimento da exigência são os seguintes: abacaxi, abóbora, alfafa, ameixa, arroz, batata, beterraba, soja, feijão, feijão caupi, cana-de-açúcar, milho, cártamo, maçã, canola, chicória, beringela, linhaça, melão, mamão, nabo, pimentas e pimentões, tomate e trigo.

AGROLINK –Eliza Maliszewski

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