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Agronegócio

EUA vendem 16% menos milho da safra 2018/19 na semana, diz USDA

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Exportadores dos Estados Unidos venderam 1,431 milhão de toneladas de milho da safra 2018/19, já descontados os cancelamentos, na semana encerrada em 27 de setembro, informou nesta quinta-feira, 4/10, o Departamento de Agricultura do país (USDA). O resultado representa queda de 16,37% ante a semana anterior quando foram comercializadas 1,71 milhão de toneladas.

Nesta semana, os principais compradores foram México (527,4 mil t), Canadá (199,7 mil t), Peru (184,9 mil t), Japão (173,9 mil t) e Coreia do Sul (136,1 mil t). Cancelamentos foram feitos por destinos não revelados (62,7 mil t). O volume exportado de 1,43 milhão de toneladas, ficou dentro das estimativas de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, de 1,10 milhão a 1,90 milhão de toneladas.

Os embarques somaram 1,408 milhão de toneladas, incremento de 3,68% ante a semana anterior. Os principais destinos foram México (390,6 mil t), Japão (307,2 mil t), Peru (154,9 mil t), Coreia do Sul (139,8 mil t) e Arábia Saudita (82,5 mil t). Fonte: Dow Jones Newswires.

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Autoria: Estadão Conteúdo

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Agronegócio

Produção de grãos vai bater 271,7 milhões de toneladas

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou, nesta quarta-feira (12), o 8º levantamento da safra 2020/2021 de grãos. Neste ciclo a produção nacional vai alcançar 271,7 milhões de toneladas, um aumento de 5,7% ou 14,7 milhões de toneladas superior ao produzido em 2019/20.

O desempenho histórico é puxado pela soja e um aumento do milho total maior do que o estimado anteriormente. A previsão para área plantada é de crescimento de 4,1% ou 2,7 milhões de hectares, alcançando 68,6 milhões de hectares. Os destaques são para a soja, com aumento de 4,2% ou 1,6 milhão de hectares, e para o milho segunda safra com ganho de 8,8%, correspondendo a 1,2 milhão de hectares.

Na oleaginosa o país assegura o título de maior produtor mundial. A produção recorde deve ser de 135,4 milhões de toneladas, avanço de 8,5% ou 10,6 milhões de toneladas superior à da safra passada.

Para o milho a produção total está estimada em 106,4 milhões de toneladas, crescimento é de 3,7% sobre a produção de 2019/20. São produzidas 24,7 milhões de toneladas na primeira safra, com previsão de 79,8 milhões na segunda safra e 1,9 milhão na terceira safra.

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Para os demais grãos alguns aumentaram a produção. O algodão tem um total estimado em 6 milhões de toneladas para o caroço, correspondendo a 2,4 milhões de toneladas de pluma. Já o arroz marca 11,6 milhões de toneladas, com aumento de 3,9% frente ao volume produzido na safra anterior. Desses, 10,7 milhões de toneladas provêm de cultivos irrigados e 900 mil toneladas do sistema de sequeiro. O feijão reduz 3,6% no acumulado das três safras, totalizando 3,1 milhões de toneladas. E para o amendoim, há um crescimento de 7,1% na produção em comparação com a obtida em 2019/20, alcançando cerca de 597 mil toneladas.

Situação das lavouras

A situação das culturas de primeira safra, com exceção do milho e arroz, estão no encerramento da colheita. Para as de segunda safra, caso do feijão, predominam os estádios de floração e enchimento de grãos.

Já quanto ao milho segunda safra, em face do atraso na semeadura, mas com um percentual significativo de desenvolvimento vegetativo e floração, a cultura dependerá das condições climáticas. O maior impacto é notado no Paraná que passa por problemas climáticos. Em abril o Estado previa colher 13,4 milhões de toneladas na safrinha e em maio a previsão caiu para 12,4 milhões de toneladas.

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Safra de inverno

As culturas de inverno (aveia, canola, centeio, cevada, trigo e triticale) estão em início de plantio. Especificamente para o trigo, estimativas preliminares indicam uma área de 2,5 milhões de hectares e produção de 6,6 milhões de toneladas.

Mesmo com um volume ainda recorde, em comparação com a estimativa do mês passado, nota-se uma redução de 2,1 milhões de toneladas. A redução deve-se, sobretudo, ao retardamento da colheita da soja e, como consequência, o plantio de grande parte da área do milho segunda safra fora da janela ideal, aliado à baixa ocorrência de chuvas. Portanto, já há redução na produtividade esperada do cereal.

O trigo, principal cultura da estação, tem previsão de 2,457 milhões de hectares, avanço de 4,9% e tem produção esperada de 6,639 milhões de toneladas, uma pequena redução em relação ao levantamento anterior de abril. O destaque fica por conta de Goiás onde a área deve crescer 138% (55 mil hectares) e a produção alta de 132% (de 92 para 214 mil toneladas).

Por: AGROLINK – Eliza Maliszewski

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