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MERCADO

Contratos futuros do açúcar fecham em alta nas bolsas internacionais

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Os contratos futuros do açúcar fecharam em alta nas bolsas internacionais, recuperando, segundo analistas ouvidos pela Reuters, as perdas da véspera “em meio a preocupações com a oferta e dados comerciais positivos da China, que deram gás ao entusiasmo nos mercados financeiros”.

Em Nova York, na ICE, o contrato futuro do açúcar bruto foi negociado em 15,43 centavos de dólar por libra-peso, valorização de 8 pontos no comparativo com a segunda-feira. Já a tela para julho/21 foi contratada em 15,50 cts/lb, alta de 14 pontos. Os demais contratos subiram entre 4 e 11 pontos, com exceção das telas outubro/22 e março/23, que caíram, 1 e 4 pontos, respectivamente.

Ainda segundo a Reuters, operadores disseram que o açúcar tem se consolidado ao redor dos 15 centavos, com altas limitadas por sinais de fraca demanda no curto prazo. Ainda assim, preocupações com as safras do Brasil e da França mantêm um bom suporte para o adoçante.

“O Ministério da Agricultura da França estimou nesta terça-feira uma queda de 6% no plantio de beterraba sacarina do país frente ao ano passado. A previsão, porém, leva em conta dados coletados até 1º de abril, antes de uma frente fria que, segundo o ministério, pode causar graves consequências à beterraba”, destacou a Reuters.

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Açúcar branco

Em Londres o açúcar branco fechou valorizado em todos os lotes da ICE Europe. O vencimento março/21 foi comercializado em US$ 424,20 a tonelada, alta de 3,70 dólares no comparativo com a véspera. Já a tela para agosto/21 subiu 2,50 dólares, negociada em US$ 430,80 a tonelada. Os demais contratos subiram entre 1,10 e 1,80 dólar.

Açúcar cristal

O açúcar cristal, medido pelo Cepea/Esalq, da USP, subiu 0,40% no comparativo com a véspera, com a saca de 50 quilos negociada ontem em R$ 105,67, contra R$ 105,25 de segunda. No mês o indicador apresenta valorização de 1,46%.

Etanol hidratado

O etanol hidratado medido pelo Indicador Diário Paulínia subiu 2,36% ontem, com o metro cúbico negociado em R$ 2.577,00, contra R$ 2.517,50 do dia anterior. No mês de abril o indicador já soma valorização de 7,69%.

Por: UDOP – UNIÃO DOS PRODUTORES DE BIOENERGIA

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Agronegócio

Falta de gado pronto para o abate e baixo lucro deixa frigoríficos em alerta

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A indústria de carne bovina em Mato Grosso está em alerta. De janeiro a abril deste ano, o equivalente físico (EF) do boi gordo, que é o indicador que considera a receita que o frigorífico gera ao vender carne com osso no atacado, alcançou o menor patamar nos últimos 23 anos. Sinal de que as operações podem estar sendo realizadas com margens negativas.

A análise é do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac) e se baseia nas variações mensais médias do indicador, que compara o valor com que se vende os animais para abate e o valor com que se comercializa a carne com osso no mercado atacadista.

Em janeiro de 2021, o EF médio no estado foi de -8,8%, chegando a -14,1% em março e ficando em -13,3% em abril. Percentuais tão baixos assim só haviam sido identificados em meados de 2008. Em junho daquele ano, o EF aferido foi de -13,72%. Os dados são acompanhados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Um dos aspectos que explica essa conjuntura é a menor disponibilidade de animais para abate no estado. Comparando o primeiro quadrimestre (janeiro a abril) de 2021 com o mesmo período do ano passado, observa-se queda de 11,5% no volume de bovinos abatidos. Neste ano, Mato Grosso somou 1,418 milhão de animais terminados de janeiro a abril, conforme dados do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT), enquanto que no mesmo período de 2020, foram 1,603 milhão de cabeças abatidas.

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“Além dessa redução da oferta de animais, que contribui para a elevação no preço do boi gordo, a estagnação da carne no mercado interno não permite que as indústrias trabalhem com valores mais atrativos”, explica Bruno de Jesus Andrade, diretor de Operações do Imac. Em abril passado, o valor médio do equivalente físico do boi gordo no estado chegou a R$ 259,56/arroba (@), enquanto o preço do boi gordo foi de R$ 299,37/@.

Da assessoria

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