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AGRICULTURA

Conselho atende demanda da CNA e aprova verba para recuperação de cafezais

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O Comitê Técnico do Conselho Deliberativo de Política do Café (CDPC) atendeu à demanda encaminhada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e aprovou a liberação de R$ 150 milhões para a recuperação de cafezais atingidos pela estiagem.

A votação ocorreu durante a reunião do CDPC, na terça (27), e agora depende de aprovação do Conselho Monetário Nacional (CMN) para entrar em vigor. O recurso é uma suplementação da linha para a Recuperação de Cafezais Danificados, destinada às lavouras atingidas por intempéries climáticas e prevista no Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé).

Segundo o presidente da Comissão Nacional do Café da CNA, Breno Mesquita, o setor produtivo está otimista que a medida possa entrar em vigor em breve. “O Comitê aprovou essa sugestão nossa e a proposta segue agora para o CMN. Acreditamos que seja analisada rapidamente, até porque trata-se de pauta de grande importância e urgência. Assim entenderam também outras entidades do setor, como a Cecafé, CNC, Abic e Abics, que apoiaram o pleito. A disponibilização de recursos será fundamental para ajudar o cafeicultor brasileiro, que sofreu tanto com a estiagem este ano”, disse.

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A assessora técnica da Comissão, Raquel Miranda, afirmou que a solicitação da CNA é para que “esses recursos sejam utilizados como forma de enfrentamento à seca que está afetando, principalmente, os estados de Minas Gerais e de São Paulo, principais regiões produtoras de café arábica”.

A solicitação da Confederação para que o limite de crédito hectare de lavoura de café fosse elevado de R$ 3 mil para R$ 8 mil também foi aprovada. Conforme Raquel Miranda, o novo limite é mais coerente com os custos para recuperação de um hectare de lavoura, em que se considera os custos com as podas de renovação e os tratos culturais necessários para recuperação do vigor produtivo.

As medidas atendem a um pedido da CNA feito à Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, no início de outubro, solicitando a convocação da reunião e a deliberação, pelo Conselho, da suplementação orçamentária.

Também participaram a reunião os representantes da Confederação no CDPC, Ricardo Covre (Faeb) e Guilherme Vicentini (Faesp).

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Além da CNA, o Comitê Técnico do CDPC é formado pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), pela Associação Brasileira das Indústrias de Café Solúvel (Abics), pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) e pelo Conselho Nacional do Café (CNC).

Por: CNA – CONFEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DO BRASIL

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Agronegócio

Confira o preço do milho no Brasil

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Os preços do milho no mercado do Rio Grande do Sul chegam a R$ 93,00 em Santa Rosa, segundo informações da TF Agroeconômica. “O mercado de milho está muito lento no RS.  Há pouca disponibilidade de safra velha, a maior parte já nas mãos dos compradores que  estão esperando chegar a safra de verão para aumentarem as compras no estado. Não houve relatos de compras de milho no MS nesta quarta-feira, embora os compradores tenham tentado colocar bids ao redor de R$ 79,00+ICMS CIF sem sucesso”, comenta.

Nesse cenário, Santa Catarina compra 5.000 toneladas no Mato Grosso do Sul e se retira do mercado. “Este recuo pode realmente acontecer quando a safra de verão do RS começar a ser colhida dentro de 30 dias, no final de dezembro, sempre com respingos sobre o estado catarinense, devido à proximidade e frete baixo. Os preços para o produtor mantiveram-se em R$ 76,00/saca no Alto Vale do Itajaí, R$ 76,50  em Campos  Novos, R$ 76,00  Concórdia e Joaçaba, R$  74,00 em Pinhalzinho, R$ 70,25 em Xanxerê”, completa.

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No Paraná, o mercado está inalterado e vazio de negócios. “Os vendedores recuaram as suas pedidas de R$ 80,00 puro para a faixa entre R$ 77,00 e R$ 80,00 nesta semana. Em Paranaguá milho de safra velha continua sem indicação e para safra nova indicação de R$ 72,00 para fevereiro/março de 2021. Para safra nova continua a R$ 66,00 para março/abril de 2021 posto fábrica”, informa.

Enquanto isso, foi visto um novo recuo forte do milho no MS nesta quarta-feira. “Para o Rio Grande do Sul ofertas a R$ 80,00 e R$ 80,50 + ICMS para a região de Santa Rosa e Ijuí, e compradores indicando os 79,00  +  ICMS, mas sem reportes de negócios. A volta das chuvas e a perspectiva de recuperação de algumas áreas que antes apresentavam seca assustou os vendedores que se apressaram em aceita as ofertas menores dos compradores”, conclui.

AGROLINK –Leonardo Gottems

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