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Confira os preços do milho no Brasil

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No estado do Rio Grande do Sul, os preços mantiveram as altas do dia anterior a R$ 70,50 em Santa Rosa, R$ 70,00 em Ijuí, R$ 70,00 em Ibirubá e R$ 69,00 em Cachoeira do Sul. Nas demais localidades do estado oscilou entre R$ 61,00 e R$ 68,00/saca. “O mercado futuro registra interesses a R$ 65,80 para março de 2021, na Serra. Negócios na maioria das praças os preços subiram mais um real/saca para R$ 68,00/saca para outubro, que também é o preço médio do milho comprado no Mato Grosso”, comenta.

Em Santa Catarina, Mafra recuou para R$ 65,80 nesta quarta-feira, mas Concórdia e Joaçaba mantém R$ 70,50. “Os preços médios do milho continuam se mantendo em R$ 70,50 nas praças de Concórdia e Joaçaba. Em Mafra o preço recuou de R$ 70,50 para R$ 65,80 nesta quarta-feira”, completa.

“No Alto Vale do Itajaí os mantiveram a alta do dia anterior a R$ 70,00/saca, e R$ 68,00 em Campos Novos. Os preços para o produtor também mantiveram a alta do dia anterior a R$ 58,00/saca no Alto Vale do Itajaí, R$ 60,00 em Campos Novos, R$ 54,00 em Canoinhas e Chapecó, mantiveram a alta do dia anterior a R$ 60,00 em Concórdia e Joaçaba, mantiveram R$ 59,00 em Mafra, mantiveram-se em R$ 59,00 em Pinhalzinho e a R$ 57,75 em Xanxerê”, indica.

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No Paraná, os preços subiram mais um real/saca nesta quarta-feira. “No mercado de balcão os produtores paranaenses os preços ficaram entre R$ 55,00 e R$ 57,00 como mostra nossa tabela 1, acima.  Já no mercado de lotes, os compradores estão elevando os preços na tentativa de estimulas as vendas dos agricultores. Nos Campos Gerais, região de Ponta Grossa, mercado de lotes spot subiu mais um real/saca para R$ 66,00 posto fábricas e R$ 63,00 para entrega em outubro e pagamento em novembro”, conclui.

Fonte:  AGROLINK – Leonardo Gottems

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Agronegócio

Governo simplifica norma trabalhista do agro

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O governo federal anunciou nesta quinta-feira (23) a modernização de normas do trabalho. Entre elas está a Norma Regulamentadora Número 31 (NR31), está relacionada às atividades e operações trabalhistas dos setores de agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura.

A nova norma privilegia as soluções de eliminação de perigos para os trabalhadores. A modernização foi feita baseada nas mudanças do agronegócio com processos produtivos mais modernos e inovações tecnológicas que podem gerar novos riscos aos trabalhadores, tanto em saúde quanto segurança. Segundo o Ministério da Economia, o texto atual estava em vigor desde 2005 e dificultava e inviabilizava a adoção de soluções trabalhistas no setor.

A NR 31 propõe, por exemplo, o fim da exigência de aplicação de normas urbanas no meio rural sem observância das peculiaridades do setor. Esse item gerava grande insegurança jurídica e autuações, de acordo com o ministério. Exposição ao sol, por exemplo, é diferente no rural e urbano, com pesos diferentes.

Com isso a expectativa é que o setor do agro no país vai economizar cerca de R$ 4 bilhões por ano. “É menos multa, menos obrigações, mais trabalho e mais emprego. Essa nova norma, aprovada por consenso entre empregados, empregadores e governo, protege mais o trabalhador, muda o ambiente de trabalho, simplifica o complexo ambiente laboral e traz segurança jurídica às relações do agronegócio, tão fundamentais para nossa economia”, acrescentou o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco.

Leia Também:  DESAFIO: Bolsonaro diz que mais de 90% das metas dos 100 dias de governo serão cumpridas.Confira outras informações na coluna JPM desta terça-feira(9)

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, comemorou a medida em sua rede social. “Grande ganho para o produtor rural, pois simplifica e desburocratiza, além de oferecer mais segurança jurídica em sua aplicação”, destacou.

AGROLINK –Eliza Maliszewski

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