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APROSOJA

Comissões apresentam ações do triênio 2018/2020 à diretoria e delegados coordenadores

Gestores das comissões de Sustentabilidade, Defesa Agrícola e Política Agrícola e Logística explanaram sobre os avanços dos programas e projetos

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Comissões apresentam ações do triênio 2018/2020 à diretoria e delegados coordenadores

A Diretoria Plena e Delegados Coordenadores da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) estiveram reunidos na Sede da instituição para alinhamento estratégico e apresentação do balanço das ações dos quase três anos da atual gestão. Os gestores das comissões de Sustentabilidade, Defesa Agrícola e Política Agrícola e Logística explanaram sobre os avanços dos programas e projetos e o andamento das atividades das comissões.

A gerente de Defesa Agrícola, Jerusa Rech, destacou a atuação do projeto Semente Forte que realizou cerca 950 amostras de soja e 689 de milho nos últimos três anos. Jerusa também apresentou a atualização do aplicativo AproClima, com mais informações precisas de dados, que orienta o produtor quanto ao plantio e colheita dos grãos. Já a gerente de Sustentabilidade, Marlene Lima, explanou sobre o crescimento do programa Soja Plus. Nos últimos 3 anos teve aumento de 42%, perfazendo 1.657 atendimentos as fazendas. Segundo ela, o programa ofereceu 239 cursos, entre presenciais e Ensino a Distância (EAD), com 3.359 pessoas atendidas. Marlene apresentou também um balanço sobre Guardião das Águas, que já identificou mais de 40 mil nascentes em 28 municípios do Estado.

Consultor de Política Agrícola e Logística da Aprosoja, Thiago Bras Rocha, explicou que no início de 2018 recebeu uma missão de desenvolver atividades junto as grandes corporações e os resultados foram positivos. “Mostramos hoje os caminhos que estão sendo tomados e alcançados. Destaco a representatividade que conseguimos angariar nos últimos tempos com as comissões técnicas e no Senado. Aumentamos também o ‘trânsito’ junto ao Banco Central e Ministério da Economia, além de ganharmos grandes apoios a debates importantes para a instituição”.

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Nathan Belusso, delegado coordenador do núcleo de Sorriso, afirmou que a atuação desse triênio é extremamente positiva. “Eles têm trabalhado com eficiência junto aos produtores rurais do interior. Destaco aqui o projeto Classificador Legal da Aprosoja, que veio para auxiliar o homem do campo nas negociações em relação aos descontos junto às Traidings”.

Representando o núcleo de Tangará da Serra, a delegada coordenadora Patrícia Pasa, disse que esse alinhamento é muito positivo.  “Durante esse período de quase três anos de gestão várias bandeiras foram trabalhadas, tanto de sustentabilidade, defesa, logística e política. Hoje tivemos explicações de como isso tudo foi construído e a evolução de cada projeto da Aprosoja. O trabalho que o Soja Plus vem fazendo em nossa região e as orientações em relação aos fertilizantes também são bem avaliados pelos produtores rurais”.

Presidente da Aprosoja, Antonio Galvan, explicou que todos os programas e projetos da instituição foram trabalhados de forma ininterrupta, mesmo com a pandemia, nenhuma área parou. “Colocamos em pauta tudo que é de interesse do produtor rural em especial essa calendarização do plantio da soja. Entregamos nas mãos da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e do representante da Embrapa o resultado de duas pesquisas já publicadas, inclusive em revista científica canadense, comprovando que fevereiro é o melhor mês para a data de plantio para produção de semente para uso próprio”.

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Galvan apontou também que os programas avançaram e os números mostram isso. “O programa Soja Plus, praticamente dobrou os atendimentos nas fazendas, todos eles tiveram uma evolução muito grande. Fizemos durante os três anos de nossa gestão uma avaliação da própria diretoria e subimos no conceito de gestão. Saio de cabeça erguida e com a segurança de que o produtor rural foi bem atendido”, declarou.

 

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Agronegócio

Cotações de milho voltam a recuar

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O mercado de milho na B3 de São Paulo fechou em queda generalizada, por tomada de lucros natural depois de quatro sessões seguidas de alta, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com isto, a cotação de março fechou em queda de R$ 0,64 no dia, mas alta de R$ 1,62 na semana a R$ 88,28; a de maio recuou R$ 0,48 no dia, mas avançou R$ 2,62 na semana para  R$ 88,58 e a de julho recuou R$ 0,54 no dia, mas avançou R$ 3,26 na semana para R$ 83,35”, comenta.

“Este recuo natural de tomada de lucros pelos investidores não retirou o viés de alta do aspecto fundamental do milho a médio e longo prazos. Mesmo com o aumento da disponibilidade nos estados do Sul, com a colheita da safra de verão e dos washouts feitos com alguns lotes de exportação do RS, que estão fazendo as cotações andarem de lado em fevereiro. O único movimento contrário é o próprio nível do preço, que começa a fincar insustentável para os consumidores finais, principalmente de ovos e leite, que não podem repassar os ganhos cambiais das carnes.”, completa.

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Já o milho em Chicago teve variações mistas. “No Brasil, o plantio de Safrinha estaria avançando, mas com atrasos em Mato Grosso. As tarefas teriam coberto 54% contra 80% da média nas campanhas recentes. A China teria como objetivo elevar a área semeada, mas dificilmente conseguiria reverter o déficit interno. Os Fundos estariam desarmando posições novamente”, indica.

“No fechamento, o contrato de março estava mudando de mãos a $ 5,522/bu, queda de $ 0,024/bu no dia, com o contrato de maio sendo negociado a $ 5,44/bu, queda de $ 0,056/bu. Sem avisos de vendas de exportação para pontuar o final da semana nos EUA, e com a valorização do dólar prejudicando ainda mais as novas esperanças de exportação dos EUA, os Fundos procuraram vender mais”, conclui.

 AGROLINK –Leonardo Gottems

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