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2020/21

Colheita de soja atinge 2,23% da área em MT

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A colheita de soja 2020/21 em Mato Grosso atingiu 2,23% da área plantada, com um avanço semanal de 1,43 ponto percentual, disse nesta sexta-feira o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), indicando que os trabalhos seguem atrasados em relação às temporadas anteriores.

No mesmo período da safra 2019/10, o Estado havia colhido 14,42% das áreas semeadas, enquanto a média histórica de cinco anos para esta etapa da colheita atinge 11,7%, segundo os dados do instituto.

Maior produtor de soja do Brasil, Mato Grosso sofreu com a seca no início do período de semeadura da oleaginosa, o que chegou a atrasar os trabalhos dos produtores locais e traz impactos para os plantios das segundas safras.

Cultivado logo após a colheita da soja, o algodão 2020/21 permanece com ritmo de semeadura muito aquém do verificado em anos anteriores em Mato Grosso. De acordo com o Imea, o plantio da fibra atingiu nesta semana 16,09% das áreas esperadas, ante 56,58% em 2019/20 e 48,10% na média histórica.

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Já o plantio da “safrinha” de milho foi mencionado pela primeira vez em relatório do Imea nesta temporada. O órgão apurou que a semeadura do cereal alcançou 1,01% da área projetada —em igual período do ano passado, atingia 9,82%, e na média de cinco anos bate 9,59%.

Por: REUTERS

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Agronegócio

Cotações de milho voltam a recuar

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O mercado de milho na B3 de São Paulo fechou em queda generalizada, por tomada de lucros natural depois de quatro sessões seguidas de alta, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com isto, a cotação de março fechou em queda de R$ 0,64 no dia, mas alta de R$ 1,62 na semana a R$ 88,28; a de maio recuou R$ 0,48 no dia, mas avançou R$ 2,62 na semana para  R$ 88,58 e a de julho recuou R$ 0,54 no dia, mas avançou R$ 3,26 na semana para R$ 83,35”, comenta.

“Este recuo natural de tomada de lucros pelos investidores não retirou o viés de alta do aspecto fundamental do milho a médio e longo prazos. Mesmo com o aumento da disponibilidade nos estados do Sul, com a colheita da safra de verão e dos washouts feitos com alguns lotes de exportação do RS, que estão fazendo as cotações andarem de lado em fevereiro. O único movimento contrário é o próprio nível do preço, que começa a fincar insustentável para os consumidores finais, principalmente de ovos e leite, que não podem repassar os ganhos cambiais das carnes.”, completa.

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Já o milho em Chicago teve variações mistas. “No Brasil, o plantio de Safrinha estaria avançando, mas com atrasos em Mato Grosso. As tarefas teriam coberto 54% contra 80% da média nas campanhas recentes. A China teria como objetivo elevar a área semeada, mas dificilmente conseguiria reverter o déficit interno. Os Fundos estariam desarmando posições novamente”, indica.

“No fechamento, o contrato de março estava mudando de mãos a $ 5,522/bu, queda de $ 0,024/bu no dia, com o contrato de maio sendo negociado a $ 5,44/bu, queda de $ 0,056/bu. Sem avisos de vendas de exportação para pontuar o final da semana nos EUA, e com a valorização do dólar prejudicando ainda mais as novas esperanças de exportação dos EUA, os Fundos procuraram vender mais”, conclui.

 AGROLINK –Leonardo Gottems

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