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ESTIMATIVA

CNA prevê crescimento do Valor Bruto da Produção de 12,5% em 2020

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O Valor Bruto da Produção (VBP) da agropecuária deve crescer 12,5% em 2020 em relação ao ano passado e alcançar R$ 770,3 bilhões, segundo estimativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A agricultura deve obter uma receita “dentro da porteira” de 17,1% superior à de 2019, totalizando R$ 493 bilhões. Já a previsão para a pecuária é de um faturamento bruto de R$ 277,3 bilhões, expansão de 5,2%.

De acordo com a projeção feita pela CNA, soja, milho e carne bovina devem impulsionar essa projeção. A expectativa para a oleaginosa é de uma receita de R$ 199 bilhões nesse ano, 21,8% a mais na comparação com 2019, reflexo do incremento de 5,1% na produção. Outro fator que contribuirá para o bom desempenho da soja é a projeção de que, em 2020, os preços serão 16% superiores aos de 2019, por conta da demanda chinesa e da desvalorização do Real frente ao dólar. Para o milho, é esperada uma elevação de 26,9% no VBP, puxado também pela valorização dos preços.

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Em relação à carne bovina, a CNA estima um crescimento de 12,3% em valor, gerando uma receita de R$ 138 bilhões. A baixa disponibilidade de animais para o abate, que deve reduzir a produção de carne bovina em aproximadamente 4,2% em 2020, tem, por outro lado, sustentado preços elevados para a @ boi gordo, em média 17,2% acima do patamar do ano anterior”, diz o comunicado da Confederação.  Também há perspectivas de crescimento, em 2020 frente a 2019, para o VBP das seguintes culturas: arroz, café arábica, cana de açúcar, feijão, trigo e maçã. Para frango e leite, são esperadas baixas, de 4,1% e 6,9%, respectivamente.

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Agronegócio

Cotações de milho voltam a recuar

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O mercado de milho na B3 de São Paulo fechou em queda generalizada, por tomada de lucros natural depois de quatro sessões seguidas de alta, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com isto, a cotação de março fechou em queda de R$ 0,64 no dia, mas alta de R$ 1,62 na semana a R$ 88,28; a de maio recuou R$ 0,48 no dia, mas avançou R$ 2,62 na semana para  R$ 88,58 e a de julho recuou R$ 0,54 no dia, mas avançou R$ 3,26 na semana para R$ 83,35”, comenta.

“Este recuo natural de tomada de lucros pelos investidores não retirou o viés de alta do aspecto fundamental do milho a médio e longo prazos. Mesmo com o aumento da disponibilidade nos estados do Sul, com a colheita da safra de verão e dos washouts feitos com alguns lotes de exportação do RS, que estão fazendo as cotações andarem de lado em fevereiro. O único movimento contrário é o próprio nível do preço, que começa a fincar insustentável para os consumidores finais, principalmente de ovos e leite, que não podem repassar os ganhos cambiais das carnes.”, completa.

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Já o milho em Chicago teve variações mistas. “No Brasil, o plantio de Safrinha estaria avançando, mas com atrasos em Mato Grosso. As tarefas teriam coberto 54% contra 80% da média nas campanhas recentes. A China teria como objetivo elevar a área semeada, mas dificilmente conseguiria reverter o déficit interno. Os Fundos estariam desarmando posições novamente”, indica.

“No fechamento, o contrato de março estava mudando de mãos a $ 5,522/bu, queda de $ 0,024/bu no dia, com o contrato de maio sendo negociado a $ 5,44/bu, queda de $ 0,056/bu. Sem avisos de vendas de exportação para pontuar o final da semana nos EUA, e com a valorização do dólar prejudicando ainda mais as novas esperanças de exportação dos EUA, os Fundos procuraram vender mais”, conclui.

 AGROLINK –Leonardo Gottems

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