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Brasil e Alemanha vão desenvolver bioeconomia

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento participou, nesta quinta-feira (8), da abertura do Green Rio Online 2020- – German-Brazilian Bioeconomy Workshop, com a presença do secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke.

Em sua 9ª edição, a abertura do Green Rio contou com o lançamento da Chamada Conjunta Bioeconomia Brasil-Alemanha 2020, que vai contemplar duas linhas de pesquisa: Uso Industrial da Biomassa e Plantas Medicinais e Aromáticas.

A Chamada Pública Brasil-Alemanha concretiza a cooperação entre os dois países na área da Bioeconomia. Esta Cooperação é conduzida pelo Mapa, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTIC), o Ministério Federal Alemão de Alimentação e Agricultura (BMEL) e o Ministério Federal das Finanças (BMF).

Schwanke destacou que a chamada pública Brasil-Alemanha representa uma importante estratégia de implantação do Programa Bioeconomia Brasil Sociobiodiversidade. “Trata-se de um passo importante para consolidar as articulações entre os dois países e estreitar a relação entre tecnologia, inovação e sistemas produtivos voltados para a agricultura familiar e pequenos produtores”, comentou.

O foco é o desenvolvimento de novas soluções tecnológicas, produtos, serviços e processos, baseadas no “uso industrial da biomassa” e de “plantas medicinais e aromáticas”, visando a geração de conhecimentos, tecnologia e inovação para ganhos econômicos, sociais e ambientais de ambos os países de modo a atender alguns dos desafios da bioeconomia.

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Os recursos serão disponibilizados para projetos apresentados por instituições que atuem com pesquisa, desenvolvimento e inovação brasileiras que se associem a empresas dos dois países. Serão apoiados os projetos que preferencialmente envolvam empresas e instituições de Ciência e Tecnologia (universidades, Embrapa, OEPAS) dos dois países.

“Nossa expectativa é que a associação e o envolvimento de empresas e instituições que atuem com pesquisa, desenvolvimento e inovação brasileiras, tanto do lado brasileiro como do lado alemão será um caminho efetivo para o desenvolvimento do setor. Gerar conhecimentos, tecnologias e inovação para ganhos econômicos, sociais e ambientais de ambos os países são objetivos presentes tanto nesta chamada como em nosso Programa de Bioeconomia”, disse Schwanke.

O orçamento previsto pelo governo federal é de R$ 4,650 milhões e o governo alemão de € 2 milhões. O edital será aberto no dia 8 de outubro de 2020 e as propostas serão aceitas até o dia 19 de março 2021. A divulgação final das propostas selecionadas será feita no dia 14 de setembro de 2021.

Fonte: Agrolink

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Agronegócio

Cotações de milho voltam a recuar

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O mercado de milho na B3 de São Paulo fechou em queda generalizada, por tomada de lucros natural depois de quatro sessões seguidas de alta, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com isto, a cotação de março fechou em queda de R$ 0,64 no dia, mas alta de R$ 1,62 na semana a R$ 88,28; a de maio recuou R$ 0,48 no dia, mas avançou R$ 2,62 na semana para  R$ 88,58 e a de julho recuou R$ 0,54 no dia, mas avançou R$ 3,26 na semana para R$ 83,35”, comenta.

“Este recuo natural de tomada de lucros pelos investidores não retirou o viés de alta do aspecto fundamental do milho a médio e longo prazos. Mesmo com o aumento da disponibilidade nos estados do Sul, com a colheita da safra de verão e dos washouts feitos com alguns lotes de exportação do RS, que estão fazendo as cotações andarem de lado em fevereiro. O único movimento contrário é o próprio nível do preço, que começa a fincar insustentável para os consumidores finais, principalmente de ovos e leite, que não podem repassar os ganhos cambiais das carnes.”, completa.

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Já o milho em Chicago teve variações mistas. “No Brasil, o plantio de Safrinha estaria avançando, mas com atrasos em Mato Grosso. As tarefas teriam coberto 54% contra 80% da média nas campanhas recentes. A China teria como objetivo elevar a área semeada, mas dificilmente conseguiria reverter o déficit interno. Os Fundos estariam desarmando posições novamente”, indica.

“No fechamento, o contrato de março estava mudando de mãos a $ 5,522/bu, queda de $ 0,024/bu no dia, com o contrato de maio sendo negociado a $ 5,44/bu, queda de $ 0,056/bu. Sem avisos de vendas de exportação para pontuar o final da semana nos EUA, e com a valorização do dólar prejudicando ainda mais as novas esperanças de exportação dos EUA, os Fundos procuraram vender mais”, conclui.

 AGROLINK –Leonardo Gottems

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