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Agronegócio

Avanço do agronegócio no Brasil depende de tecnologia na gestão

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As plataformas digitais têm auxiliado à aproximação do jovem ao campo, facilitando as sucessões.

O próximo passo para o avanço do agronegócio no Brasil é a aplicação da tecnologia na gestão das propriedades, afirma João Adrien, diretor da Sociedade Rural Brasileira (SRB).

“Hoje usamos tecnologia para produção e o próximo passo é usar essa tecnologia para gestão, para que consigamos planejar em longo prazo”, disse ele durante 6º Fórum Nacional de Agronegócios, realizado em Campinas, no interior de São Paulo. Adrien participou de um debate sobre governança e sucessão no agronegócio durante o evento. Para o representante, a questão do gerenciamento das propriedades ainda é um obstáculo para o desenvolvimento do setor no Brasil e a tecnologia pode auxiliar na questão. “De fato temos essa revolução acontecendo”, afirmou sobre as inovações no campo.

“Hoje, funcionário cumprimenta o patrão pelo drone”, disse. O diretor executivo de produtos e negócios do Sicred, Cidmar Stoffel, acrescentou que as plataformas digitais têm auxiliado à aproximação do jovem ao campo e que isso facilita as sucessões.

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Autoria: Camila Turtelli – O Estado de S.Paulo

Foto: Eduardo Monteiro/Divulgação

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Agronegócio

Prorrogada consulta pública sobre fitossanitários para agricultura orgânica

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) prorrogou por 90 dias o prazo da consulta pública sobre fabricação de produtos fitossanitários com uso aprovado para agricultura orgânica. A proposta de Instrução Normativa estabelece requisitos mínimos para a produção e para o aumento da segurança desse tipo de insumo dentro das propriedades agrícolas. O prazo para o recebimento das sugestões havia terminado em julho.

Entre as inovações que a norma propõe está a classificação do risco das atividades de produção de fitossanitários para agricultura orgânica. Também está prevista a obrigatoriedade de assistência técnica ou capacitação dos produtores rurais para poderem fabricar para uso próprio, além da exigibilidade de itens de rastreabilidade aos sistemas de produção para uso próprio.

A norma prevê ainda publicação de Manuais de Boas Práticas de Fabricação, que serão elaborados pela Embrapa, para cada tipo de agente microbiológico.

As sugestões encaminhadas anteriormente por meio do Sistema de Monitoramento de Atos Normativos (Sisman) serão consideradas.

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