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PREÇOS

Alta do milho brasileiro repercute no mercado global

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A alta histórica dos preços do milho no Brasil acabou repercutindo no mercado mundial, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Em parte, os temores sobre o mercado doméstico do Brasil continuaram a alimentar preocupações, já que a B3, mais uma vez estabeleceu um novo recorde histórico de R$ 103,36/saca”, comenta a consultoria.

“Ao lado disso, os primeiros sinais de compra sul-coreana por pouco mais de um mês iluminaram a Ásia, quando a FLC entrou em cena para coletar 65.000 toneladas de milho de forma privada, pagando à Viterra US$ 296,79/tonelada. Por sua vez os dados alfandegários da China, mostraram que mais de 6,7 milhões de toneladas de milho foram importadas no primeiro trimestre de 2021 – um aumento de cinco vezes em relação ao mesmo período de 2020. Em Dalian, os futuros do milho caíram uma fração, uma vez que caíram CNY6/t para CNY2.675/t ($ 408,75/t)”, completa.

Além disso, o mercado do Vietnã registrou ofertas de US$ 297,10/t CFR para carregamento em maio, com um player oferecendo entrega no segundo semestre de 2021 por US$ 279/t. “No Mar Negro, as ofertas no mercado de milho ucraniano foram ouvidas a partir de $ 263/t HIPP para carregamento em maio até a primeira parte do dia, mas também foram ouvidas em níveis muito mais altos no final do dia, aumentando para ocupar $ 267- $ 268/t para FOB HIPP nas mesmas datas. Além disso, rumores de que as negociações de papel estavam em US$ 262/t FOB para carregamento em maio, embora a atividade do mercado físico permaneça baixa”, indica.

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Por: AGROLINK –Leonardo Gottems

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Agronegócio

Falta de gado pronto para o abate e baixo lucro deixa frigoríficos em alerta

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A indústria de carne bovina em Mato Grosso está em alerta. De janeiro a abril deste ano, o equivalente físico (EF) do boi gordo, que é o indicador que considera a receita que o frigorífico gera ao vender carne com osso no atacado, alcançou o menor patamar nos últimos 23 anos. Sinal de que as operações podem estar sendo realizadas com margens negativas.

A análise é do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac) e se baseia nas variações mensais médias do indicador, que compara o valor com que se vende os animais para abate e o valor com que se comercializa a carne com osso no mercado atacadista.

Em janeiro de 2021, o EF médio no estado foi de -8,8%, chegando a -14,1% em março e ficando em -13,3% em abril. Percentuais tão baixos assim só haviam sido identificados em meados de 2008. Em junho daquele ano, o EF aferido foi de -13,72%. Os dados são acompanhados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Um dos aspectos que explica essa conjuntura é a menor disponibilidade de animais para abate no estado. Comparando o primeiro quadrimestre (janeiro a abril) de 2021 com o mesmo período do ano passado, observa-se queda de 11,5% no volume de bovinos abatidos. Neste ano, Mato Grosso somou 1,418 milhão de animais terminados de janeiro a abril, conforme dados do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT), enquanto que no mesmo período de 2020, foram 1,603 milhão de cabeças abatidas.

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“Além dessa redução da oferta de animais, que contribui para a elevação no preço do boi gordo, a estagnação da carne no mercado interno não permite que as indústrias trabalhem com valores mais atrativos”, explica Bruno de Jesus Andrade, diretor de Operações do Imac. Em abril passado, o valor médio do equivalente físico do boi gordo no estado chegou a R$ 259,56/arroba (@), enquanto o preço do boi gordo foi de R$ 299,37/@.

Da assessoria

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