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BRUTO

Açúcar bruto atinge maior valor desde abril de 2017

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Os contratos futuros do açúcar bruto com vencimento para março subiram 86 pontos nessa quinta-feira (14) e foram firmados em 16.67 centavos de dólar por libra-peso, atingindo o maior nível em mais de três anos e meio. Os contratos para maio/21 foram fixados em 15.72 centavos de dólar por libra-peso, alta de 77 pontos. Os demais lotes valorizaram entre 10 e 59 pontos.

De acordo com a Reuters, “há conversas no mercado indicando compras contínuas da Indonésia, com Austrália, Índia e Brasil sendo citados como origens, enquanto investidores do mercado financeiro ampliam posições compradas na commodity”. No entanto, a agência publicou que alguns analistas, porém, não acreditam que o rali seja totalmente justificado. “A razão é a atividade dos fundos, eu não vejo fundamentos suficientes para o rali. Não há vendas do Brasil para março, então o contrato (spot) sobe livremente”, disse Arnaldo Correa, consultor de hedge de usinas brasileiras”.

Em Londres o açúcar branco também valorizou. Os contratos para março/21 subiram 18,20 dólares e foram fixados em US$ 464,40 a tonelada. Os lotes para maio/21 fecharam em US$ 446,30 a tonelada, alta de 17,20 dólares. Os outros vencimentos subiram entre 2,10 e 14,20 dólares.

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Mercado doméstico

Segundo o Indicador Cepea/Esalq, de São Paulo, a saca de 50 quilos foi negociada na última quinta-feira (14) em R$ 104,54, recuo de 0,01% no comparativo com a véspera.

Etanol

O etanol hidratado segue em alta, de acordo com o indicador Esalq/BM&FBovespa, posto Paulínia. O metro cúbico do biocombustível foi negociado ontem (14) em R$ 2.160,50, valorização de 0,21% no comparativo com a véspera.

Por: UDOP – UNIÃO DOS PRODUTORES DE BIOENERGIA

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Agronegócio

Índia não quer transgênicos do Brasil

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A partir de 1º de março passam a valer as novas regras de exportação de vegetais, frutas e grãos para a Índia. O país faz exigências que valem para 24 produtos e diz respeito a proibição de sua origem em organismos geneticamente modificados.

O Ministério da Agricultura recebeu a notificação da Food Safety and Standards Authority of India (FSSAI), autoridade alimentar indiana. “A exportação desses produtos deve estar acompanhada por um certificado oficial, conforme modelo estabelecido pela autoridade indiana, e que deverá ser emitido pelo Mapa no ponto de saída da mercadoria”, explica o diretor do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas, Carlos Goulart.

Todos esses produtos vegetais, independente do grau de processamento e do uso proposto, devem receber a referida certificação não-OGM. Os exportadores deverão solicitar a emissão do certificado na unidade da Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) de saída da mercadoria.

Somente para os produtos que têm autorização para cultivo OGM no Brasil –  feijão (Phaseolus vulgaris), milho, soja e cana-de-açúcar , deverá ser apresentado o laudo de análise laboratorial, emitido por laboratório da rede credenciada Mapa, atestando a ausência de evento OGM na partida a ser exportada.

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Os produtos vegetais sujeitos ao cumprimento da exigência são os seguintes: abacaxi, abóbora, alfafa, ameixa, arroz, batata, beterraba, soja, feijão, feijão caupi, cana-de-açúcar, milho, cártamo, maçã, canola, chicória, beringela, linhaça, melão, mamão, nabo, pimentas e pimentões, tomate e trigo.

AGROLINK –Eliza Maliszewski

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