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Agronegócio

33% da terra do mundo está degradada

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Um relatório produzido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indica que 33% dos solos do planeta Terra já estão degradados. Nesse cenário, o especialista em solo e diretor técnico da SulGesso, Eduardo Silva e Silva, fez uma análise e deu dicas sobre a preservação do solo brasileiro.

“A análise do solo é fundamental. É como se fosse um hemograma do nosso corpo, onde é preciso entender o que falta no solo para recomendar o que é realmente necessário. A precisão da agricultura começa aqui, com a dosagem equilibrada. O solo produtivo é um solo fértil, mas nem todo solo fértil é produtivo”, comenta.

Nesse contexto ele explica que é preciso inicialmente realizar um Diagnóstico físico-químico do solo. Segundo ele, uma “boa amostragem de solo e posterior análise físico-química do solo em laboratórios confiáveis, para suporte a tomada de decisão de corrigir, manter ou repor nutrientes”.

A segunda dica é relacionada a correção do perfil do solo levando em consideração sias camadas e suas peculiaridades, sendo necessário “considerar a amostragem de solo em camadas diferentes, no mínimo de 0-20cm e de 20-40cm, visando construir a fertilidade no perfil de solo e maiores patamares de produtividade”.

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“Rotação de culturas: conserva o solo, incrementa a produtividade das culturas e, quanto ao controle de doenças, evita a proximidade entre os propágulos de patógenos, agentes causais de doenças, presentes nos restos culturais do solo. Considerar a possibilidade de rotação com culturas consorciadas”, diz ele.

Para finalizar, ele recomenda que se deve realizar o incremento anual de 10t a 13t/ano de palha no solo, com o cuidado de ajustar a relação entre o carbono e o nitrogênio (C/N). Além disso, o manejo deve otimizar “a entrada dos constituintes no sistema como pluviolixiviados, restos culturais e resíduos orgânicos, raízes e exsudatos, organismos do solo (biomassa), substâncias não-húmicas e húmicas”.

Autoria: Agrolink

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Agronegócio

Índia não quer transgênicos do Brasil

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A partir de 1º de março passam a valer as novas regras de exportação de vegetais, frutas e grãos para a Índia. O país faz exigências que valem para 24 produtos e diz respeito a proibição de sua origem em organismos geneticamente modificados.

O Ministério da Agricultura recebeu a notificação da Food Safety and Standards Authority of India (FSSAI), autoridade alimentar indiana. “A exportação desses produtos deve estar acompanhada por um certificado oficial, conforme modelo estabelecido pela autoridade indiana, e que deverá ser emitido pelo Mapa no ponto de saída da mercadoria”, explica o diretor do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas, Carlos Goulart.

Todos esses produtos vegetais, independente do grau de processamento e do uso proposto, devem receber a referida certificação não-OGM. Os exportadores deverão solicitar a emissão do certificado na unidade da Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) de saída da mercadoria.

Somente para os produtos que têm autorização para cultivo OGM no Brasil –  feijão (Phaseolus vulgaris), milho, soja e cana-de-açúcar , deverá ser apresentado o laudo de análise laboratorial, emitido por laboratório da rede credenciada Mapa, atestando a ausência de evento OGM na partida a ser exportada.

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Os produtos vegetais sujeitos ao cumprimento da exigência são os seguintes: abacaxi, abóbora, alfafa, ameixa, arroz, batata, beterraba, soja, feijão, feijão caupi, cana-de-açúcar, milho, cártamo, maçã, canola, chicória, beringela, linhaça, melão, mamão, nabo, pimentas e pimentões, tomate e trigo.

AGROLINK –Eliza Maliszewski

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