DA REDAÇÃO

A palavra advogado deriva do latim ad-vocatus, “aquele que é chamado em defesa”. A profissão é peça essencial para a administração da justiça e instrumento básico para assegurar a defesa dos interesses das partes em juízo.

Para exercer a profissão, é preciso ter o título de graduação de bacharel em Direito, e estar regularmente inscrito nos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A admissão é obtida mediante prévia aprovação no exame da ordem, instituído pelo estatuto da OAB – através da Lei Federal 8.906/94 (art. 8º, inciso IV). A prova é realizada em todo o país.

Em comemoração ao dia dos advogados, o site RDM entrevistou a advogada Carolina Rodrigues, formada pela Universidade de Cuiabá (Unic) há 14 anos e especialista em direito civil e direito do trabalho com pós-graduação na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

Carolina nos contou sobre os desafios do dia-a-dia no ramo escolhido para sua vida e ainda falou sobre o caso que mais a tocou nesses anos de profissão.

Durante o bate papo, ela afirmou que ser advogada é ser essencial para a justiça. ‘’O advogado tem a importância primordial para a sociedade. É através dele que a sociedade pode conquistar o que almeja, como o seu direito e a sua dignidade”.

O dia-a-dia da advogada é bem corrido. ‘’Eu divido o tempo com tudo. Atendo os clientes, cuido dos processos, porque não é só trabalhar em um processo, você precisa cuidar dele’’, explica.

Em relação ao processo mais marcante em sua vida, Carolina citou um caso no inicio da carreira, quando abriu mão de receber os honorários contratuais por se sentir muito sensibilizada com a situação. ‘’Foi bem no inicio da minha carreira, uma situação em que a cliente estava grávida de um bebê anencéfalo, que já tinha sido uma gravidez muito triste para ela e isso me marcou muito’’, relata Carolina.

Ao se tratar da justiça, o Direito tem como preceito o Art. 5º, LV, da Constituição Federal, onde o cidadão é amparado pelo devido processo legal, que compreende o direito ao contraditório e à ampla defesa.

“O limite da defesa está inserido no código de ética dos advogados e está na Constituição Federal. Está inserido no direito de toda pessoa à uma defesa. O limite da moral e da ética está incumbido nos direitos fundamentais”, completou a advogada.

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